Saúde de Assis adere ao Setembro Amarelo

A maior parte das unidades de Saúde da Prefeitura de Assis aderiu ao Setembro Amarelo, em prevenção ao suicídio, e está decorada com a cor da campanha e com materiais informativos, a fim de dar visibilidade ao assunto e acolher os casos com essa demanda de cuidado.

Durante o mês estão sendo realizadas nas Unidades Básicas de Saúde, nas Estratégias de Saúde da Família, nos CAPS, e demais serviços de saúde, diversas atividades em salas de espera e rodas de conversa sobre o tema prevenção ao suicídio, com o apoio das equipes dos NASF, dos CAPS e do Agita Assis.

Materiais informativos acerca da campanha, contendo orientações sobre a prevenção do suicídio e informações acerca de onde buscar ajuda para essa demanda no Município estão disponibilizados na internet.

Acreditando que a promoção da saúde é responsabilidade do Estado e de toda a sociedade e apostando que todos podem ser divulgadores desta importante causa, a  Secretaria da Saúde também está encaminhando material informativo para todos os departamentos e setores Municipais, para que os mesmos possam abordar o tema em seus locais de trabalho.

 

2ª Gincana Assis sem Aedes tira de circulação mais 127 mil itens de materiais inservíveis

Terminou na sexta-feira, 6,  a 1° fase da 2° Gincana Assis sem Aedes, uma iniciativa da Prefeitura de Assis, executada pelo Departamento de Controle de Endemias de Assis .

A Gincana está sendo realizada nos 5° anos das escolas municipais e 6° anos das escolas estaduais e tem como objetivo principal empregar uma abordagem diferente, mostrando para as crianças que a melhor forma de se combater o mosquito Aedes aegypti e as doenças por ele transmitidas é a prevenção, ou seja, não deixar o mosquito nascer.

Nesta primeira fase, os alunos levaram para a escola material inservível que poderia acumular água e tornar-se um possível criadouro para o mosquito. No total, foram retirados de circulação 127.148 itens de diversos tipos de materiais e 26 escolas foram classificadas para a próxima fase.

A segunda fase da Gincana tem início no dia 16 de setembro e cada escola terá como desafio produzir um vídeo publicitário abordando o tema “Não podemos deixar o Aedes nascer”, que serão disponibilizados no facebook Gincana Assis Sem Aedes, e também serão julgados por uma banca formada por convidados e colaboradores.

Os três primeiros vídeos  colocados serão produzidos em parceria com  a agência de  Publicidade e TV  FEMA, com a colaboração de Rayone Dantas do salão Cabeleria e Studio Renata Consoli.

Os vídeos produzidos vão circular nas emissoras de TV da cidade e na TV Câmara de Assis, como forma de campanha de conscientização contra o Aedes aegypti. O resultado da segunda fase da Gincana será divulgado no dia 1º de outubro.

Duas crianças aguardam resultado para Dengue e Sarampo em Assis

Duas crianças, uma de 8 meses e outra de 2 anos, que aguardam resultado do Instituto Adolf Lutz para Dengue, também estão sendo tratadas com suspeita de Sarampo em Assis.

A criança de 8 meses não foi imunizada anteriormente por não ter idade compatível com a preconização do Ministério da Saúde para vacina de rotina de Sarampo.

O tratamento das crianças está sendo feito em casa seguindo o curso natural da recuperação, sem complicações, com ações da Secretaria Municipal da Saúde conforme protocolos, tais como bloqueio com vacinação aos que tiveram contato com as crianças.

Segundo o Departamento de Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Assis, a orientação é que crianças a partir do 6 meses sejam imunizadas, assim como adultos com menos de 60 anos, que devem receber a segunda dose da vacina.

As doses estão disponíveis nas unidades básicas de saúde e para se imunizar é necessário apresentar a caderneta de vacinação para atualização.

 

Samu comemora 15 anos com 2,5 mil atendimentos por mês

O prefeito Daniel Alonso, juntamente com os servidores da Secretaria Municipal da Saúde de Marília que atuam no Samu – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – comemoram nesta sexta-feira, dia 13, os 15 anos da instalação da unidade no município. Mensalmente são realizados, em média, 2,5 mil atendimentos, com chamadas geradas pelo telefone 192.

samuA equipe de profissionais capacitados e certificados pelo Ministério da Saúde é formada por condutores/socorristas, técnicos de enfermagem, enfermeiras, médicos, operadores de rádio comunicação e telefonistas auxiliares da regulação médica, entre outros.

Reconstruído a partir de 2017, após sucateamento da frota, o Samu teve várias melhorias recentes conquistadas pelo prefeito Daniel Alonso. Atualmente a frota tem oito ambulâncias, sendo cinco novas (recebidas em 2018 e 2019).

O secretário municipal da Saúde, Ricardo Mustafá, explica que, do total da frota, cinco unidades atuam diariamente no atendimento à população. Outras três ficam na reserva técnica de segurança, para eventual substituição.

São quatro viaturas de suporte básico, tripuladas por um técnico de enfermagem e um condutor socorrista; uma USA (Unidade de Suporte Avançado), tripulada por um médico, um enfermeiro e um condutor socorrista, além de duas motolâncias, conduzidas por técnico de enfermagem.

Sob a liderança administrativa de Mustafá, a equipe do Samu Marília é coordenada pelo médico André Luis Carácio (supervisor médico da atenção às urgências) e pela enfermeira Cristina Ramos da Silva (supervisora de enfermagem da atenção às Urgências).

QUANDO ACIONAR

Para que os recursos de urgência sejam utilizados da melhor forma, a população só deve ligar para o 192 (telefones públicos ou residenciais, ligação gratuita), em casos de quedas com fraturas, acidentes de trânsito, atropelamentos, ferimentos com armas de fogo e branca, gestantes em trabalho de parto e casos clínicos agudos com risco de vida.

Estão incluídas emergências respiratórias (pessoas com falta de ar) e emergências cardíacas – dores torácicas súbitas seguidas de suor frio, palidez, vômitos, batedeira e desmaios.

O Samu também atende emergências neurológicas (acidentes vasculares chamados de derrames, desmaios, confusão mental e convulsões e complicações endócrinas), crises de hipoglicemia ou hiperglicemia, que são as alterações súbitas do açúcar sanguíneo.

O Samu Marília conta com 20 médicos (reguladores e Intervencionistas), cinco enfermeiras, 18 técnicos de enfermagem, dois operadores de motolância (técnicos de enfermagem), 20 condutores socorristas, 12 telefonistas técnicos auxiliares de regulação médica / operadores de frota e dois auxiliares de serviços gerais.

Dengue recua, mas Saúde mantém vigilância redobrada e pede apoio da população

A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, reforçou nesta segunda-feira, dia 9, o alerta para a prevenção à dengue em todas as regiões da cidade. A doença recuou no município, mas com a volta das chuvas é preciso redobrar a atenção com possíveis criadouros que possam acumular água.

Nos sete primeiros dias de setembro (36ª semana epidemiológica), Marília teve o segundo menor número de casos suspeitos notificados do ano. Foram 12 registros para investigação. Os dados são da Vigilância Epidemiológica do município.

CONTROLE EM MARÍLIA

Em 2019 a maioria das cidades de médio porte do Estado registrou epidemia de dengue. Nos 645 municípios paulistas, foram mais de 346 mil casos de janeiro a julho. Na vizinha Bauru, a Saúde apurou cerca de 25 mil casos e 32 mortes.DENGUE3

Com o empenho redobrado dos servidores da Saúde e Limpeza Pública de Marília, bem como a colaboração de parte da população, a manteve situação sob controle e evitou megaepidemia, como em 2015.

A Prefeitura contratou agentes, trabalhou em intensificação em áreas de maior risco, manteve contrato com empresa especializada para dedetização e fez gestão responsável de recursos materiais – escassos por falta de repasses de inseticida pelo Governo Federal.

BOLETIM

De janeiro até o dia 6 de setembro, o município de Marília confirmou 2.723 casos de dengue. A investigação, porém, envolveu 7.086 notificações, o que indica rápida coleta de exames para análise e vigilância nos postos de saúde e hospitais. Desse total, a maioria dos casos deu resultado negativo.

PREVENÇÃO

A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.

Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia – quando os mosquitos são mais ativos – proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante surtos.

Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos.

SINTOMAS

Os principais sintomas da dengue são febre alta (acima de 38.5ºC), dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo.

São considerados “sinais de alarme da dengue” quando ocorrem os seguintes sintomas: dor abdominal intensa e contínua ou dor à palpação do abdome, vômitos persistentes, acúmulo de líquidos (ascites, derrame pleural, derrame pericárdico), sangramento de mucosa ou outra hemorragia, aumento progressivo do hematócrito e queda abrupta das plaquetas.

Duas crianças aguardam resultado para Dengue e Sarampo em Assis

Duas crianças, uma de 8 meses e outra de 2 anos, que aguardam resultado do Instituto Adolf Lutz para Dengue, também estão sendo tratadas com suspeita de Sarampo em Assis.

A criança de 8 meses não foi imunizada anteriormente por não ter idade compatível com a preconização do Ministério da Saúde para vacina de rotina de Sarampo.

O tratamento das crianças está sendo feito em casa seguindo o curso natural da recuperação, sem complicações, com ações da Secretaria Municipal da Saúde conforme protocolos, tais como bloqueio com vacinação aos que tiveram contato com as crianças.

Segundo o Departamento de Vigilância Epidemiológica da Prefeitura de Assis, a orientação é que crianças a partir do 6 meses sejam imunizadas, assim como adultos com menos de 60 anos, que devem receber a segunda dose da vacina.

As doses estão disponíveis nas unidades básicas de saúde e para se imunizar é necessário apresentar a caderneta de vacinação para atualização.

 

Saúde apela aos pais e responsáveis para vacinação contra o sarampo de crianças com a “dose zero”

A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, reiterou alerta nesta quarta-feira, dia 28, para a vacinação de crianças com a chamada “dose zero” da vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo. A medida faz parte das ações de intensificação contra a doença, implementadas em função do surto no Estado.

O alerta em Marília vai de encontro com o boletim epidemiológico divulgado ontem (terça-feira) pela Secretaria de Estado da Saúde. Dos 2.457 casos confirmados no Estado, 332 são referentes a crianças abaixo de um ano, o que corresponde a 13,5% dos casos.

“Sem a dose zero, é uma faixa etária que fica muito vulnerável. Antes dos seis meses não deve ser feita essa vacina, mas a partir dessa idade, já pode ser realizada. Como é uma situação nova em relação à rotina na Saúde, estamos reforçando a informação”, disse Alessandra Arrigoni Mosquini, enfermeira supervisora da Vigilância Epidemiológica.

Ela ressalta que a “dose zero” não muda a indicações das demais. A tríplice viral deve ser aplicada, respectivamente, aos 12 meses e aos 15 meses, como primeira e segunda dose. Além do sarampo, a vacina protege contra a caxumba e a rubéola.

É PARA TODOS

Apesar do alerta específico nesta quarta-feira para as crianças, a recomendação de atualização e vacinação vale para toda a cidade. Por questão estratégica, ônibus da Saúde está estacionado desde as 14h desta quarta-feira, dia 28, na zona oeste da cidade.

A unidade móvel ficará no estacionamento do Supermercado Florentino, localizado na avenida da Saudade, 129, até sábado. Amanhã (Quinta-feira) e na sexta-feira (29 e 30) será o atendimento será das 9h às 19h e no último dia (31) até as 17h.

O ônibus da Saúde já realizou mobilização itinerante de vacinação na avenida Vicente Ferreira e na Avenida das Esmeraldas, visando bloqueio no Jardim Tropical, na zona leste. No último sábado, houve atendimento especial e bloqueio no Jardim Renata, região norte.

A Vigilância Epidemiológica Marília informou total de dez casos de sarampo este ano, sendo sete autóctones, ou seja, contraídos no município e três importados. Já foram descartados quatro suspeitos. O total de notificações chegou a 36.

SARAMPO NO ESTADO

Nesta quarta-feira o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), da Secretaria de Estado da Saúde, divulgou novo boletim epidemiológico. Além do primeiro óbito pela doença em território paulista, o documento revelou o registro de 14.335 casos suspeitos, sendo 2.457 confirmados. Já foram descartados 1.270.

Ainda estão sob investigação 10.608 casos. O homem que morreu era morador na capital do Estado, tinha 42 anos, doenças pré-existentes e sem histórico de vacinação contra o sarampo. Já foram realizados os bloqueios no esforço de tentar evitar que outras pessoas fossem acometidas.

O maior percentual de casos confirmados concentra-se na faixa etária de 15 a 29 anos (47%). Com base nos dados, a Vigilância aponta que as faixas etárias de maior risco de adoecimento encontram-se entre os bebês abaixo de um ano de idade, os que têm entre um e quatro anos e os adolescentes/adultos entre 15 e 29 anos de idade.

VACINAÇÃO

Desde o início deste ano, São Paulo aplicou total de 5,2 milhões de doses contra o sarampo. Foram 2,1 milhão na rotina do calendário vacinal, outras 1,3 milhão em bloqueios, varredura e intensificações nos municípios com casos suspeitos/confirmados e 1,7 milhão na campanha que buscou pessoas entre 15 e 29 anos.

Marília promove capacitação sobre teste do pezinho e traz especialista à cidade

A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, promoveu uma capacitação, em parceira com a DRS IX (Direção Regional de Saúde), sobre o exame do pezinho. Cerca de 140 pessoas, entre enfermeiras, técnicas e auxiliares de enfermagem participaram. O município obteve, em 2018, cobertura de exames em 98% dos bebês nascidos no ano, ultrapassando as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde.

Anualmente nascem na cidade cerca de 3 mil crianças. Pelo SUS (Sistema Único de Saúde), a cidade conta com os serviços da Associação Feminina Maternidade e Gota de Leite e do Hospital Materno Infantil – HMI, que integra o Complexo Famema (Faculdade de Medicina de Marília).

O teste do pezinho pode ser feito no hospital ou ainda na unidade básica de saúde, de acordo com cada caso. É importante, porém, que a coleta da gotinha de sangue aconteça entre o 3º e 5º dia após o parto.

Por meio da avaliação é possível o diagnóstico precoce de pelo menos seis doenças congênitas. A coleta pode ser feita posteriormente, mas o prazo preferencial preconizado, leva em conta o início muito rápido dos sinais e sintomas de três, das seis doenças detectadas, como o hipotireoidismo congênito, hiperplasia adrenal congênita e fenilcetonúria.

A enfermeira Fernanda Bigio Cavalhieri, responsável pela área de atenção à Saúde da Criança, da Secretaria Municipal da Saúde de Marília, explica que quanto maior a rapidez na identificação e início do tratamento, maior a possibilidade de evitar sequelas nas crianças, como deficiência mental, microcefalia, convulsões, entre outras complicações.

“São doenças que, se diagnosticadas e tratadas em tempo, conseguimos evitar quadros clínicos graves nestes recém-nascidos e transtornos às famílias. Em alguns casos, trata-se de uma condição de saúde permanente, mas esse diagnóstico precoce permite melhor adaptação e um plano de cuidado imediato, mais eficiente”, disse Fernanda.

O curso foi ministrado pela enfermeira Shirley (sobrenome) do Cipoi (Centro Integrado de Pesquisas Oncohematológicas na Infância) de Campinas, O serviço é responsável pela Triagem Neonatal dos nascidos vivos de cinco Diretorias Regionais de Saúde – DRSs.

 

Ônibus da secretaria vacina pessoas contra sarampo na zona oeste

A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, confirmou nesta terça-feira (27) o registro de mais três casos de sarampo no município, sendo dois autóctones e um importado. O alerta à vacinação é para todo o município. Por questão estratégica, ônibus da Saúde será estacionado a partir desta quarta-feira, dia 28, na zona oeste da cidade.3

A unidade móvel ficará no estacionamento do Supermercado Florentino, localizado na avenida da Saudade, 129. O atendimento começa às 14h desta quarta. Na quinta e na sexta-feira (29 e 30) será das 9h às 19h e no sábado (31) até as 17h.

O ônibus da Saúde já realizou mobilização itinerante de vacinação na avenida Vicente Ferreira e na Avenida das Esmeraldas, visando bloqueio no Jardim Tropical, na zona leste. No último sábado houve atendimento especial e bloqueio no Jardim Renata, região norte.

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

A Vigilância Epidemiológica Marília informou nesta terça (27) total de dez casos de sarampo este ano, sendo sete autóctones, ou seja, contraídos no município e três importados. Já foram descartados quatro suspeitos. O total de notificações chegou a 36.

TODA A REDE

Independente de bloqueios, de casos positivos ou confirmados, a Saúde municipal apela à população de toda a cidade de Marília para procurar uma das 12 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) ou 38 equipes do Programa ESF (Estratégia Saúde da Família) para conferir a caderneta de vacina.

A supervisora do serviço, enfermeira Alessandra Arrigoni Mosquino, explica que os bloqueios estão sendo realizados, conforme protocolo da Saúde, tanto na suspeita, quanto na confirmação do caso.

“Observamos maior número de casos na região oeste, região do Chico Mendes, agora com recente registro no território da USF Jardim Marília (mediações do Alto Cafezal). O estado de São Paulo vive hoje uma situação de surto em dezenas de municípios e é importante que toda a população de Marília procure uma unidade de saúde, de preferência com a caderneta de vacina em mãos”, destacou a enfermeira.

MAPA DO SARAMPO

Segundo o Ministério da Saúde, até a semana epidemiológica 33 (encerrada em 17/08), o país teve 1.680 casos confirmados de sarampo. As pessoas mais acometidas têm entre 20 e 29 anos (669 positivos) e 30 e 39 anos (235 casos).

O novo boletim informa que o Estado de São Paulo tem 74 municípios com surto e soma 1.662, ou seja, 98,9% dos casos confirmados do país. Rio de Janeiro tem seis casos, Pernambuco 4 e a doença já chegou a Goiás, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e Piauí, com um caso em cada estado.

Desde meados deste mês, as crianças que têm entre seis meses e um ano de idade também devem ser vacinadas contra o sarampo. A proteção está na vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola). Trata-se de uma iniciativa a mais, que começou em SP e já vale para todo o país.

SARAMPO

A doença é infecciosa, considerada grave e pode até ser fatal. Sua transmissão ocorre por meio de vírus, quando a pessoa doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. A única maneira de evitar o sarampo é a vacina.

Os principais sintomas são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido, mal-estar intenso, entre alguns característicos de quadro viral.

Por serem muito parecidos com a gripe, os sintomas podem ser confundidos, o que reforça a importância de estar atento. É importante procurar um serviço de saúde para avaliação médica.

SARAMPO EM MARÍLIA

 

Total de Casos Notificados Casos Confirmados Descartados Aguardando Resultado
36 10(sendo três importados) 04 22

 

 

SARAMPO EM SP

 

Total de Casos confirmados
1.662

 

SARAMPO NO BRASIL

 

Total de Casos confirmados
1.680

 

SARAMPO POR FAIXA ETÁRIA (idades de maior incidência)

 

Menor que 01 ano 228
20 a 29 anos 669
30 a 39 anos 235

 

Fonte: http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/agosto/21/BE-sarampo-18-21ago19-.pdf

Marília terá VIII Encontro Regional de Saúde do Trabalhador

Com apoio da Prefeitura de Marília, o Cerest (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador), órgão vinculado à Secretaria Municipal da Saúde, promove o VIII Encontro Regional de Saúde do Trabalhador. O evento técnico é anual e apresenta temas relevantes na área.

A oitava edição acontece no próximo dia 28 de agosto e vai tratar de distúrbios de voz e perda auditiva, com a presença de Márcia Tiveron, Divisão Técnica de Vigilância Sanitária do Trabalho-Centro de Referência em Saúde do Trabalhador.

O objetivo é orientar os profissionais para identificação e notificação, bem como oferecer subsídios às ações de vigilância dos casos de Distúrbios de Voz Relacionados ao Trabalho (DVRT) e à Perda Auditiva Induzida pelo Ruído (Pairo).

A enfermeira Luciana Caluz Carvalho Pereira, supervisora do Cerest Regional Marília, explica que foram adotados protocolos recentes para a identificação de casos desses agravos.

“Esses protocolos oferecem recomendações e parâmetros para a Vigilância em Saúde do Trabalhador (Visat). O grande objetivo é tornar conhecidos os casos de perda de voz e distúrbios auditivos relacionados ao trabalho, oferecendo aos pacientes assistência por meio da rede SUS”, disse Luciana.

Nesse contexto, explica a supervisora, o Cerest Marília propõe socializar e discutir esses protocolos que visam nortear, em saúde do trabalhador, os profissionais da rede SUS (Atenção Básica, média e alta complexidade) e serviços privados, bem como as empresas de Serviços Especializados de Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmts). “É importante ressaltar que essa vigilância em saúde deve ser realizada já na suspeita”, explica Luciana.

INSCRIÇÕES

Interessados podem se inscrever pelo link simplificado https://bit.ly/2ZpBizK Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3413-4975.

Devem participar profissionais de múltiplas formações na área da Saúde, atuantes nos 62 municípios de abrangência da DRS IX (Direção Regional de Saúde).

PARA SIMPLIFICAR

As políticas públicas relacionadas ao tema são organizadas, no país, por meio da Rede Nacional de Atenção Integral a Saúde do Trabalhador (Renast), regulamentada por portaria do Ministério da Saúde.

A rede visa a atenção integral à saúde dos trabalhadores e tem como objetivo implementar ações em todos os serviços do SUS. A rede básica (postos de saúde) funciona como ordenadora, ao fazer os encaminhamentos. Já os Cerests – Centros de Referência em Saúde do trabalhador – atuam como retaguarda técnica especializada.

O Cerest Regional Marília realiza média de 5 mil atendimentos por ano, contemplando Vigilância, Educação e Assistência. O serviço funciona na rua Sergipe, 895.

 

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