Prefeitura de Marília divulga boletim sobre a situação da dengue

A Prefeitura de Marília através da Secretaria de Saúde informa em relação ao boletim epidemiológico divulgado nessa tarde:

– Que em 28/02/2019 foi CONFIRMADO POR ISOLAMENTO VIRAL A CIRCULAÇÃO DA DENGUE TIPO 2 EM MARÍLIA, através de Exame NS1 realizado por laboratório de referência Adolfo Lutz.

– As unidades de Saúde (municipais, serviços do Estado, saúde suplementar – rede privada) estão orientadas a manter olhar ampliado para as suspeitas de dengue e manter fluxo de notificação, inserção no sistema, manejo clinico e controle adequado para os casos na suspeita.

– O município está ampliando as ações de controle e divulgação de casos com apoio intersetorial. Para isso, faz-se necessária mobilização de Igrejas, escolas, entidades, comércio e empresas em geral.

– Marília possui plano de contingência e mantêm também “sala de situação” para avaliação técnica de risco permanente. Importante ressaltar que o município apurou recente LIRAa (Levantamento rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti) em 3,1 e possui classificação de ALERTA, conforme escala da OMS (Organização Mundial de Saúde).

– A Secretaria Municipal da Saúde reitera o alerta à população, para a medida efetiva de eliminação dos focos do mosquito.

Diretoria Divulgação e Comunicação Prefeitura de Marília

Marília abre temporada 2019/2020 do “Programa Saúde na Escola – PSE” e prepara ações integradas

Está aberta a temporada 2019/2020 do “Programa Saúde na Escola – PSE”, desenvolvido pelas secretarias municipais de Educação e de Saúde.

Iniciativa federal, o programa foi instituído por decreto, em 2007, no âmbito dos Ministérios da Educação e da Saúde. Marília está entre as localidades que aderiram ao novo ciclo, tendo, inclusive, acesso a recursos financeiros para viabilizar as ações.Encontro na manhã desta terça-feira (26) mobilizou profissionais das duas secretarias e renovou a parceria que promove prevenção em pelo menos 12 áreas, incluindo saúde bucal, alimentação saudável, controle de arboviroses (dengue, zika, chikungunya), entre outras.

A reapresentação contou com as presenças dos secretários municipais Ricardo Mustafá (Saúde) e Prof. Helter Bochi (Educação). Também participou o coordenador de Ciências do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino Estadual de Marília, Maciel Marques Redígolo.

Os gestores municipais reforçaram a importância do engajamento dos servidores das duas pastas, observando as necessidades integrais dos alunos.

“Eu estou apaixonado por esse programa porque ele vai de encontro com o que há de mais precioso na saúde, que é a prevenção. O aluno que frequenta uma determinada escola é o mesmo aluno que busca serviços de saúde em nossas unidades. Quando trabalhamos com essa criança ou adolescente, estamos nos antecipando”, disse Mustafá.

Helter lembrou que a maioria dos temas do PSE é trabalhado de forma transversal no currículo pedagógico. “É impressionante como os alunos são impactados por essa abordagem Saúde/Educação. As informações são replicadas nas famílias e assimiladas para toda a vida”, afirmou o secretário.

DOZE AÇÕES

Ednalva Nascimento, coordenadora de serviços administrativos da Secretaria Municipal da Saúde, afirma que o PSE é uma oportunidade para fortalecer a tão sonhada política intersetorial. Ela destacou que houve avanços e disse acreditar no potencial para o próximo ciclo.

Um exemplo foi o mutirão de exames de acuidade visual (exame de vista), após identificação de crianças que poderiam melhorar o desempenho escolar com o devido atendimento oftalmológico. As consultas foram feitas em parceria com a Santa Casa de Marília no segundo semestre de 2018.

A Saúde Bucal, que promove em parceira com os professores e coordenadores, trabalho preventivo ao longo do ano, também fez ações no PSE no ano passado.

Informações sobre alimentação saudável e atividades físicas foram transmitidas por meio do Caoim (Centro de Atendimento a Obesidade Infantil). Houve visitas em várias escolas e interações entre alunos e profissionais de saúde.

Combate aos vetores (principalmente o Aedes aegypti) também já chegam às escolas de Marília por meio de ações que envolvem as equipes das USFs e Divisão de Zoonoses.

As outras ações preconizadas estão nas áreas de promoção das práticas corporais, atividade física e lazer nas escolas, prevenção ao uso de álcool, tabaco, crack e outras drogas; promoção da cultura de paz, cidadania e direitos humanos; prevenção das violências e dos acidentes.

O programa prevê ainda a identificação de alunos com possíveis sinais de agravos de doenças; verificação da situação vacinal.

O PSE atua também na promoção da saúde auditiva e identificação de educandos com possíveis sinais de alteração; promoção da saúde ocular e identificação de educandos com possíveis sinais de alteração, além de prevenção de ISTs/AIDS. Todas as ações são desenvolvidas conforme a faixa etária.

Prefeitura distribui repelentes a gestantes e pacientes suspeitos e confirmados com Dengue

A Secretaria Municipal da Saúde de Assis inicia a partir do dia 1º de março a distribuição de repelentes para as gestantes e pacientes com casos suspeitos ou confirmados do vírus da Dengue.

A medida é adotada como forma de prevenir as pessoas dentro do grupo pré-estabelecido para que não haja transição da doença.

As Unidades de Saúde entrarão em contato com as gestantes e demais casos suspeitos e confirmados da doença para aquisição do repelente.

Moradores, desde que estejam dentro do grupo atendido, podem também comparecer à Unidade de Saúde que pertencem e apresentar o diagnóstico do caso e retirar seu repelente.

A Secretaria Municipal da Saúde frisa a importância em geral de todos os moradores utilizarem repelentes, além de orientar quanto aos cuidados necessários de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti.

Marília intensifica combate e reduz infestação do Aedes Aegypti; situação é de alerta

A Secretaria Municipal da Saúde de Marília divulgou, nesta segunda-feira (25), o resultado do primeiro LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti) do ano. Os dados confirmam redução da presença do mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya.

Em novembro, o principal indicador (índice de Breteau) estava em 4.0 na média do município. Já nesta nova apuração, foi verificada redução para 3.1. Os dados foram informados e registrados no sistema da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias).

O Ministério da Saúde considera que índices inferiores a 1.0 indicam “condições satisfatórias”; de 1.0 a 3.9, “situação de alerta”. Quando acima de 3.9, a infestação representa “risco de surto de dengue”.

O supervisor de Saúde Rafael Colombo, encarregado do serviço de Controle na Divisão de Zoonoses, alerta que a infestação do mosquito é apenas um dos indicadores que apontam o risco da doença. É preciso considerar a velocidade da circulação do vírus.

“Esse levantamento é uma ‘foto do momento’ e pode variar muito rapidamente, de acordo com as chuvas, ou o próprio sorteio das amostras. É uma forma que temos de apurar, por amostragem, a situação em uma determinada região. Toda variação tem que ser vista com cautela”, aponta o supervisor.

Em relação à presença do vírus na população, ele esclarece que em Marília, com 43 casos confirmados, a circulação pode ser avaliada como “controlada”. Também não foi registrada presença do vírus tipo 2, que pegou muitas cidades desprevenidas.

A cada novo caso confirmado, explica o supervisor, são realizadas as ações de bloqueio previstas no protocolo do Ministério da Saúde. Ele reforça que nenhuma atividade feita pelo Poder Público, porém, substitui a vigilância do morador, eliminando os criadouros.

MARÍLIA EM AÇÃO

Independente de estatísticas, a Secretaria Municipal da Saúde se antecipou em várias frentes. O município adotou monitoramento e efetividade do Grupo de Vigilância em Saúde e contratou 85 ACEs (Agentes de Controle de Endemias) e nove Supervisores de Saúde por meio de concurso público.

Também contratou empresa especializada, para reforçar as ações de Controle (Bump) e promoveu o fortalecimento das ações educativas, além de capacitações das equipes de Saúde.

 

Secretária da Saúde pede exoneração de cargo por motivos pessoais

O prefeito José Fernandes recebeu na manhã desta sexta-feira, 22, pedido de afastamento de cargo da secretária Municipal da Saúde, Luciana Gomes, que permanecerá no cargo até 28 de fevereiro.

Por motivos particulares, Luciana deixa o cargo e retorna ao Estado do Mato Grosso, onde é funcionária pública concursada, para retomar suas atividades.

Em Assis, Luciana estava prestando serviços por cedência daquele Estado para a Prefeitura de Assis.

O prefeito José Fernandes lamenta a descompatibilização de vínculo do cargo e agradece a contribuição dada tanto na Saúde Mental quanto à frente da Secretaria.

“Essa é uma decisão que a secretária teve que tomar em função de ter que assumir seu cargo na base, mas nós lamentamos a cessão do vínculo, pois a secretária prestou um grande serviço para a Prefeitura e população de Assis. Sou grato por tudo que ela fez”, considera o prefeito.

Na foto, prefeito, secretária e alguns dos servidores da Saúde

Saúde reúne dentistas e auxiliares; foco no diálogo e melhoria da assistência

Cerca de 120 profissionais, entre cirurgiões dentistas e ASBs (Auxiliares de Saúde Bucal) da Secretaria Municipal da Saúde participaram de um encontro de integração, na quinta-feira (14). A agenda teve como objetivo atualizar informações sobre o Programa de Saúde Bucal do Município e alinhar fluxos e processos de trabalho.

O secretário municipal da Saúde, Ricardo Sevilha Mustafá, fez a abertura do evento. “O nosso papel é dar condições para que vocês realizarem o atendimento à população. Contem com o nosso comprometimento e nossa confiança”, disse o gestor da pasta.

Gláucia e Milena, coordenação do Programa de Saúde Bucal da SMS

Participaram dentistas e auxiliares que trabalham nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), PA Sul (Pronto Atendimento – Zona Sul), CEO (Centro de Especialidades Odontológicas) e Equipe de Prevenção em Saúde Bucal, que atua nas escolas municipais.

O encontro reuniu também os trabalhadores contratados pelo convênio com a Maternidade e Gota de Leite, por meio da ESF (Estratégia Saúde da Família); UPA Norte (gerida pela Unimar) e Proiid (Programa Interdisciplinar de Internação Domiciliar), parceria Prefeitura/Famema.

As cirurgiãs-dentistas Gláucia Regina Raful Sacomani e Milena Guerreiro Marini, que coordenam o Programa de Saúde Bucal do município, conduziram os trabalhos. “Nunca houve um encontro de integração tão amplo, com tanta adesão. O diálogo foi muito proveitoso e irá repercutir na prática de cada um”, acredita Gláucia.

No primeiro momento, o intuito foi debater a rede de serviços odontológicos no município, com ênfase nas especialidades do CEO.

Posteriormente, os cirurgiões dentistas tiveram a oportunidade de discutir o tema “Prescrição Medicamentosa Racional em Odontologia”, sob orientação do cirurgião-dentista Allan Tsukiyama, mestre em Ensino e Saúde pela Famema.

As auxiliares e saúde bucal, mediadas pela psicóloga Ana Claudia Tolentino Pires, debruçaram-se sobre o tema “Processo de Trabalho em Saúde: reflexões sobre a prática profissional”.

Atualmente, Marília conta com dezenas de consultórios odontológicos em funcionamento na rede. São 34 equipes de saúde bucal nas USFs, 12 UBSs, além do CEO (sete consultórios), PA Sul e UPA Norte.

PREMIAÇÃO

Em 2018, o município de Marília foi reconhecido, na etapa estadual, com o Prêmio CFO (Conselho Federal de Odontologia) pela qualidade do programa de Saúde Bucal.

Entre as cidades com população de 50 a 300 mil habitantes, Marília tem a 3ª melhor assistência odontológica pelo SUS no Estado. A entrega do prêmio aconteceu no final de novembro, na Capital Paulista.

Prefeitura de Assis faz alerta para evitar epidemia de Dengue na cidade

A Prefeitura de Assis iniciou uma campanha para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, e pede que a população fique em estado de alerta eliminando recipientes que possam acumular água.

Em 2014 foram registrados 967 casos; em 2015, 4.764; em 2016, 148; em 2017, 15 casos; em 2018, 12; e somente no ano de 2019, nos dois primeiros meses há 15 casos confirmados.

“Nós temos que tomar todos os cuidados para que o mosquito não se prolifere, e isso é de responsabilidade de cada cidadão e do Poder Público, que já está atuando com bastante intensidade no combate em áreas de riscos e alertando a população para isso”, diz a secretária da Saúde Luciana Gomes.

A secretária lembra que no sábado, 16, foi realizada uma carreata por diferentes bairros da cidade e neste sábado, 23, a ação será intensificada com panfletagem e adesivação em veículos na área central da cidade, além de uma Brigada de combate casa a casa, com início nos bairros Colinas, Eldorado e Prudenciana.

De acordo com Luciana, a Brigada também percorrerá outras regiões da cidade nos meses de março, abril e maio, conforme planejamento da secretaria.

Segundo estatísticas e dados oficiais, muitas cidades do estado de São Paulo que circundam o Município de Assis já enfrentam uma epidemia e mortes já foram registradas. Sendo assim, a Prefeitura trabalha no combate ao mosquito para evitar caso semelhante no Município.

Entre as ações de prevenção ao mosquito, o Departamento de Tecnologia da Prefeitura implantou o sistema Radar da Dengue, que pode ser acompanhado pelo cidadão com informações sobre os casos da doença e quais os bairros onde há maior incidência na cidade.

O link disponível para consulta é http://www.assis.sp.gov.br/radardadengue

 

Em ação, Marília realiza mutirão e castra 39 cães e gatos

A Prefeitura de Marília realizou na manhã do último sábado (16) um mutirão de castração de cães e gatos no CVA (Centro Vigilância Ambiental) de Marília. Ao todo foram realizados 39 procedimentos durante toda a manhã.

Diversos protetores independentes de animais estavam presentes e aderiram ao mutirão. Os procedimentos foram realizados pela empresa “BG Zangrossi Resgate de Animais” contratada pela Prefeitura.

No total foram 14 profissionais envolvidos entre médicos veterinários, atendentes e anestesistas. Assim que os animais chegavam no CVA, passavam por uma triagem, sala de espera, cirurgia e depois uma “sala” de recuperação e observação. Uma “UTI Móvel Animal” com especialistas em cirurgias estava no local dando o total apoio para os procedimentos.

A ação teve o apoio de protetores independentes, da Secretaria Municipal da Saúde através da Zoonoses e da Secretaria de Meio Ambiente e Limpeza Pública.

“Foi algo que nunca vimos em Marília. Todo o aparato e estrutura estavam devidamente dentro da lei. Além disso, tivemos o apoio de protetores independentes que garantiram toda a transparência da ação”, disse Lupércio Garrido, médico veterinário da Zoonoses de Marília.

O ativista e protetor independente Rodrigo Beretta estava presente na ação e levou dez animais para castrar. “Tudo foi muito organizado, coisa de primeiro mundo. Estou muito feliz com essa ajuda que a empresa nos deu. Esperamos que outras ações possam acontecer”, disse Rodrigo.

Ao final da castração, os protetores recebiam uma ficha com os dados dos animais, receituário e o medicamento (antibiótico e anti-inflamatório) para tratamento posterior a cirurgia. Orientações e telefones para emergência também foram disponibilizados aos proprietários dos animais.

“Estamos trabalhando pela causa animal desde o primeiro dia da nossa gestão. Primeiro reestruturamos o nosso CVA, depois contratamos a empresa que faz o resgate e cuidados dos animais e agora vamos fazer esses mutirões e também feiras de adoções por toda a cidade”, disse Daniel Alonso, Prefeito de Marília.

RESGATE DE ANIMAIS

Desde outubro do ano passado, a Prefeitura de Marília conta com uma estrutura inédita para resgate e tratamento de animais abandonados, que sofrem maus tratos ou que possuem alguma doença contagiosa ou terminal. Todos os procedimentos têm o apoio da Polícia Ambiental e do Corpo de Bombeiros

Quem encontrar ou souber de qualquer animal que esteja precisando de ajuda, basta ligar 193 que o Corpo de Bombeiros aciona a empresa contratada pela Prefeitura. Depois de tratados, vacinados e vermifugados serão devolvidos aos donos ou nos locais que foram retirados. Em hipótese alguma animais saudáveis serão recolhidos.

Já os animais de grande porte que estiverem soltos em via pública serão resgatados, microchipados e ficarão à disposição dos proprietários que para resgatá-los pagarão o valor referente a 10 Ufesps (Unidades Fiscais do Estado de São Paulo) – cada Ufesp vale atualmente R$ 26,53.

Na reincidência o valor será de 20 Ufesps e, se o mesmo animal estiver na rua e for resgatado pela terceira vez, o proprietário não terá mais direito a recuperá-lo e o animal vai para adoção.

Médicos e enfermeiros são capacitados para identificar sintomas e tratar dengue

Mais de 100 profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, participam de uma capacitação promovida pela Secretaria Municipal da Saúde de Marília, com o tema “Manejo Clínico de Dengue e outras Arboviroses”. O objetivo é ampliar ainda mais o conhecimento das equipes, para identificação e correto tratamento dos casos suspeitos.

Conforme o mais recente boletim epidemiológico divulgado pelo município, foram confirmados 14 casos de dengue este ano na cidade. A preocupação, porém, não se limita ao número de vítimas da doença, mas também a possibilidade da circulação do vírus tipo 2, já confirmado em vários municípios do Estado.

Para não comprometer o atendimento nas unidades, a Secretaria Municipal da Saúde, por meio da Coordenação de Atenção Básica e Nepem (Núcleo de Educação Permanente de Marília), os profissionais foram divididos em grupos, com quatro horas de capacitação: segunda, quarta e sexta-feira (15).

O médico Amin Ibn Chahrur, que atua no SAE (Serviço de Atendimento Especializado), abordou revisão de protocolo (Ministério da Saúde), exames, indicação/contra-indicação farmacológica e avanços no conhecimento científico acerca da relação entre os vírus e o organismo humano.

 

EVITANDO CRISE

De acordo com informações do secretário municipal da Saúde, Ricardo Sevilha Mustafá, a atualização é uma medida necessária, que representa compromisso com a qualidade da rede de saúde e antecede qualquer situação de crise.

“Estamos atuando na prevenção. Não queremos que aconteça com nossa cidade o que está acontecendo com outras, bem próximas. Marília já viveu uma grande epidemia e todos nós sabemos o resultado. Cada um cuidando do seu quintal, o Poder Público fazendo seu papel e, certamente, vamos evitar esse mal terrível”, disse o secretário.

 

REDE QUALIFICADA

Com instituições tradicionais, que habilitam profissionais de saúde, Marília é privilegiada na qualidade da assistência. É também um dos municípios com a rede básica mais ampla e estruturada do Estado de São Paulo, com cobertura à população por meio de 37 equipes da ESF (Estratégia Saúde da Família) e 12 UBSs (Unidades Básicas de Saúde).

O município, onde ocorreram quase 25 mil casos de dengue em 2015, tem expertise no manejo de arboviroses, o que salvou muitas vidas. Naquele ano, foram 35 óbitos na contagem oficial do Sinam (Sistema de Notificação de Agravo de Notificação).

Além de médicos e enfermeiros da rede básica, PA Sul, Samu e Caps, sob gestão da Prefeitura de Marília, a capacitação também envolve profissionais da UPA Norte (administrado pela Unimar), ProntoMed, PA São Francisco Saúde, Hospital das Clínicas, Santa Casa, Hospital Unimar, Proiid (parceria município/Famema) e acadêmicos de medicina e enfermagem das duas instituições da cidade.

 

Marília divulga nota com boletim epidemiológico

A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde de Marília informa que foram confirmados, até esta sexta-feira (15/02), um total de 23 casos de dengue, sendo  20 autóctones, ou seja, contraídos no município.

Em relação a localização geográfica dos novos casos, a Vigilância Epidemiológica do Município alerta que os registros mais recentes mantiveram o padrão descrito em boletim anterior, abrangendo diferentes regiões da cidade. Por isso, fica reforçada a importância das medidas de prevenção em todo o município, independente do bairro. Seguindo protocolo do Ministério da Saúde, o município mantém as ações de bloqueio (controle de criadouros e nebulização nas áreas com casos confirmados), por meio das equipes da Divisão de Zoonoses.

A Secretaria Municipal da Saúde promoveu com êxito, entre os dias 11 e 15/02, a Capacitação para Manejo Clínico de Dengue e outras Arboviroses, ampliando ainda mais o conhecimento do profissionais médicos e enfermeiros da rede básica, para identificação e correto tratamento dos casos suspeitos. Participaram também, como convidados, profissionais de serviços de urgência de saúde, pública/estadual e privada.

A Vigilância Epidemiológica reforça ainda que a melhor maneira de prevenção é a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes Aegypti, vetor da dengue e também doenças como a zika e chikungunya. Toda a rede de saúde do município (instituições públicas, privadas, filantrópicas) já estão orientadas sobre os riscos e a necessidade de cumprimento do protocolo, para atendimento de pacientes com suspeita da doença.

Para mais informações, os munícipes podem entrar em contato com a Divisão de Zoonoses (3401-2054) ou nas unidades de Saúde, onde estão lotados os ACSs (Agentes Comunitários de Saúde) e ACEs (Agentes Comunitários de Endemias), que realizam o trabalho preventivo de rotina junto aos domicílios.

ORIENTAÇÕES:

Os principais sintomas da dengue são:

– Febre alta > 38.5ºC.
– Dores musculares intensas.
– Dor ao movimentar os olhos.
– Mal estar.
– Falta de apetite.
– Dor de cabeça.
– Manchas vermelhas no corpo.

São sinais de alarme da dengue os seguintes sintomas:
– Dor abdominal intensa e contínua, ou dor à palpação do abdome.
– Vômitos persistentes.
– Acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, derrame pericárdico).
– Sangramento de mucosa ou outra hemorragia.
– Aumento progressivo do hematócrito.
– Queda abrupta das plaquetas.

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