Cerca de 4 mil pessoas buscam unidades de saúde para atualizar caderneta de vacinação

Um balanço divulgado nesta segunda-feira (29) pela Secretaria Municipal da Saúde de Marília indica que cerca de 4 mil pessoas procuraram uma unidade de saúde, no último sábado (27), para conferir e atualizar a caderneta de vacinação.

No total, foram aplicadas 3.739 doses de vacinas diversas. Em relação à febre amarela, foram dispensadas 1.049 doses em pessoas que ainda não haviam sido imunizadas anteriormente.

A iniciativa reforça a rotina das unidades de saúde e deu oportunidade, principalmente, a trabalhadores e pessoas que não podem comparecer durante a semana.

O município de Marília conta com 12 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e 37 equipes do Programa ESF (Estratégia Saúde da Família), que atendem de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

A maior procura foi registrada na UBS Cascata (centro/leste), seguida da USF Vila Real, USF Costa e Silva (ambas na região sul), JK e Santa Antonieta (zona norte) e Alto Cafezal (oeste). A mobilização envolveu equipes de enfermagem, transportes e apoio.

Depois da febre amarela, a vacina mais aplicada foi o que imuniza contra hepatite B; 1.024 pessoas receberam o imunobiológico. No total, a rede disponibilizou 19 vacinas (com eficácia contra dezenas de doenças). Todas estão previstas no esquema vacinal e são garantidas pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

A enfermeira Renata Rodrigues Plácido dos Santos, responsável pelo Programa Municipal de Imunização, explica que embora fosse a principal preocupação dos usuários, nem todas as pessoas que foram à unidade precisaram ser vacinadas contra a febre amarela. “Marília sempre foi área de recomendação. Por isso, grande parte da nossa população está imunizada”, disse.

Ela explica ainda que a ação valorizou a importância da caderneta de vacinação, do esquema vacinal completo e atualizado para os adultos, bem como esclarecimento sobre a indicação de cada vacina. “É muito importante que as pessoas guardem bem a caderneta, como um documento. As doses são administradas conforme recomendação, faixa etária e outros requisitos que o profissional de saúde está apto a verificar”, ressaltou.

A enfermeira reforça que Marília não tem casos de febre amarela confirmado em animais, muito menos em humanos. “São investigadas mortes de macacos, mas como protocolo padrão. Os resultados das análises vão revelar as causas das mortes, que podem, evidentemente, não estarem relacionadas a nenhuma doença. É apenas uma precaução”, destacou.

A Prefeitura de Marília publica em seu site a relação completa das unidades de saúde, com os endereços e telefones. Acesse o endereço (encurtado) https://goo.gl/D96Kub Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (14) 3402-6500.

 

 

Foto: Júlio César de Carlis

Prefeitura de Florínea intensifica ações contra a dengue

Muito embora o município de Florínea até o momento não tenha nenhum caso de dengue, a prefeitura do município reforçou ações para que a população de Florínea mantenha quintais e interior das residências longe da ameaça de se tornarem potenciais criadouros do mosquito aedes aegypti. Com a intensidade das chuvas, de acordo com a equipe de Controle de Vetores do Departamento de Vigilância em Saúde, aumentou a preocupação com infestação do mosquito, transmissor da dengue, zika e chikungunya. “Essa preocupação reforça a necessidade da intensificação das ações da prefeitura e da atenção maior da população contra os criadouros do mosquito”, disse o prefeito Paulo Eduardo Pinto, o ‘Duda’.
Os índices do aumento ou diminuição da proliferação do aedes são detectados por agentes da equipe de Controle de Vetores da Vigilância em Saúde, órgão da Secretaria Municipal de Higiene e Saúde, através do trabalho de avaliação da densidade larvária, feito por amostragens. “A parceria com a população é muito importante nessas ações conjuntas. Ela reforça que é preciso manter os quintais sempre limpos, além de se verificar constantemente as caixas d’água, calhas, piscinas, vasos de flores, banheiros e até geladeiras”, ressaltou o prefeito.
A agente de Vetores, Valéria Marçal Simeão, descreveu as situações em que o mosquito se prolifera. “O acúmulo da água das chuvas em vasos de flores sem furos, o entupimento de calhas com folhas de árvores, piscinas mal preservadas e o processo de degelo, com água acumulada no recipiente da parte debaixo das geladeiras, são potenciais focos de criadouros”, ressaltou a agente de vetores; que também reforçou a necessidade do apoio da população.

(Colaborou Assessoria de Comunicação)

Macaco encontrado morto entre CM e Palmital é enviado para análise

Na semana passada, um macaco foi encontrado morto nas proximidades da Usina Pari, entre Cândido Mota e Palmital. O fato chama a atenção da população, especialmente devido ao medo da febre amarela, já que nesta semana foram encontrados três macacos, também mortos, na região de Marília.

De acordo com a enfermeira coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Palmital, Lucéia Sartori, o município aguarda o resultado da análise. “O macaco foi encontrado bem próximo à divisa entre os dois municípios e quem fez a recolha do material foi a equipe de Cândido Mota. De qualquer forma, o material já foi enviado para o laboratório do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e estamos aguardando o resultado da análise”, afirma.

Segundo Lucéia, o mais importante é que a população não se esqueça quais são os verdadeiros transmissores da doença. “O macaco é tão vítima quanto nós, seres humanos. Quando ele morre, isso sinaliza que há algo errado naquela região, mas ele não transmite a doença. O verdadeiro transmissor é o mosquito aedes aegypti, que tem acesso às áreas urbanas também e pode ser o responsável pela transmissão da doença, enquanto os mosquitos haemogogus e sabethes são os transmissores da febre amarela silvestre”, esclareceu.

E continuou: “Por isso é tão importante que a população continue a combater o mosquito, e não o macaco. Especialmente nessa época, quando o volume de chuva é muito grande, qualquer recipiente com água pode se tornar um criadouro e a infestação dos mosquitos é o que nos preocupa, porque ele não transmite apenas a febre amarela, mas também doenças graves, como a dengue, o Zika Vírus e a Chikungunya”, salienta.

A coordenadora também deu dicas de como se prevenir, especialmente nas áreas de mata. “É importante que a população evite os criadouros e, caso vá para áreas de mata, se previna usando calça, manga comprida, repelente e bota, para evitar que seja picada por algum mosquito infectado. No caso de encontrar algum macaco morto, pedimos que avisem a Vigilância Epidemiológica do município, para que possamos recolher o material no tempo hábil e realizar a análise”, acrescenta.

Ele informou ainda que a vacina contra a febre amarela está disponível nas cidades da região para a população, mas não é preciso apreensão. “A nossa região está protegida e não tivemos nenhum caso registrado. Aqueles que já tomaram uma dose estão imunizados contra a doença. A vacina faz parte do calendário vacinal e crianças a partir de 9 meses de idade já ficam imunizadas”, concluiu.

Ação de combate à leishmaniose recolhe oito toneladas de orgânicos em quatro dia

Entre os últimos dias 15 e 18, a ação de manejo ambiental realizada pela Prefeitura de Marília, por meio das secretarias municipais da Saúde e Meio Ambiente/Limpeza Pública, retirou de quatro bairros da zona norte da cidade cerca de oito toneladas de materiais orgânicos que poderiam favorecer à proliferação do mosquito palha. A iniciativa é uma das ações para o controle da Leishmaniose Visceral na região.

A adesão da população tem sido grande, avalia a coordenadora da Divisão de Zoonoses, Ticiana Donatti dos Reis. A principal dificuldade, porém, é com o descarte desse tipo de material que necessita ser acondicionado em sacos plásticos.

“Pedimos que os moradores utilizem algum tipo de embalagem, principalmente para as folhas, frutas apodrecidas, fezes de animais, enfim, os pequenos detritos orgânicos. Isso facilita a recolha e torna o trabalho mais ágil”, explica a veterinária.

Os resíduos que estão sendo recolhidos são aqueles que, em geral, não podem ser levados pela coleta do lixo residencial doméstico. Neste e no próximo mês, o caminhão da campanha de combate à leishmaniose passará às segundas, quartas e sextas-feiras no Jardim Santa Antonieta e Renata; às terças-feiras no JK e às quintas no Alcides Matiuzzi e Jânio Quadros. O Jardim Renata será atendido após a conclusão no bairro vizinho.

Não serão recolhidos móveis e outros utensílios de uso doméstico não relacionados aos riscos para leishmaniose. Para esse tipo de material, ocorrerão dois mutirões específicos durante o ano, sendo o primeiro já em março.

MOSQUITO-PALHA

Para combater o transmissor da leishmaniose, o município atua em três frentes: educação em saúde junto à comunidade, manejo ambiental (limpeza) e inquérito canino, que consiste no exame dos cães da área e orientação aos moradores sobre os cuidados com os animais domésticos.

Diferente do Aedes Aegypti, que necessita de água parada para pôr os ovos, o vetor da leishmaniose bota seus ovos em meio à matéria orgânica e alimenta-se do sangue de animais como galinhas e porcos. Ao picar o cão, a fêmea do mosquito infectado contamina o animal, que se torna reservatório e fonte de contaminação.

Por isso a importância de não manter galinheiros/chiqueiros em área urbana e cuidar da saúde dos cães, prevenindo parasitas com a coleira com defensivo químico (popularmente conhecida como antipulgas).

Os sintomas da doença nos animais são: emagrecimento, perda de pelos, fraqueza, feridas, gânglios inchados, crescimento exagerado das unhas, anemia, entre outros.

A DOENÇA

Em humanos, a doença causa febre intermitente com semanas de duração, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, aumento do fígado e do baço (hepatomegalia e esplenomegalia), anemia e palidez.

Pode ainda comprometer a medula óssea, gerar problemas respiratórios, diarreia, sangramentos na boca e nos intestinos. Se o diagnóstico e o tratamento não forem realizados adequadamente, a leishmaniose pode matar.

 

 

Foto: Divulgação

Vacinas contra Febre Amarela já estão disponíveis na Rede Municipal de Saúde

A Prefeitura de Assis, através da Secretaria Municipal da Saúde, informa que as vacinas para combater o vírus da Febre Amarela estão disponíveis nas ESF e UBS do Município, em dias e horários conforme programação de cada unidade de saúde. O órgão divulgou, através do dite oficial, as indicações e contraindicações da vacina, assim como locais de aplicação.

 

Indicação Esquema vacinal
Criança de 9 meses até antes de completar 05 anos
  • Administrar uma dose.
Pessoas a partir de 05 a 59 anos
  • Que receberam pelo menos uma dose de vacina
  • Estão imunizadas e não precisam mais se vacinar.
  • Que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação
  • Administrar uma dose.
Pessoas a partir de 60 anos
  • Que receberam pelo menos uma dose de vacina ao longo da vida
  • Estão imunizadas e não precisam mais se vacinar.
  • Que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação
  • Deverão receber uma dose após avaliação médica se residirem em áreas de risco ou forem viajar para áreas de risco.
Gestantes não vacinadas
  • A vacinação é contra indicada. Na impossibilidade de adiar a vacinação, como em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação.
  • Uma dose é considerada imunizada.
Mulheres que estejam amamentando crianças com até 6 meses de idade (não vacinadas)
  • a vacinação não está indicada, devendo ser adiada até a criança completar 06 meses de idade. Deverá ser vacinada somente se residir ou for se deslocar para área com transmissão ativa da doença. Suspender o aleitamento materno por 10 dias após a vacinação.
  • Uma dose é considerada imunizada.
Viajantes não vacinados
  • Administrar uma dose pelo menos 10 dias antes da viagem, respeitando as precauções e contraindicações da vacina.
  • Uma dose é considerada imunizada.

        Contraindicações:

  • Crianças menores de 6 meses de idade.
  • Pessoas com história de eventos adversos graves em doses anteriores.
  • Pessoas com história de anafilaxia comprovada em doses anteriores ou relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou a outras).
  • Pacientes com imunossupressão grave de qualquer natureza:

– Imunodeficiência devido a câncer ou imunodepressão terapêutica.

– Pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave

– Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores).

  • Pacientes submetidos a transplante de órgãos.
  • Pacientes com história pregressa de doenças do timo.
  • Pacientes portadores de lúpus eritematoso sistêmico tendo em vista a possibilidade de imunossupressão.
  • Gestantes: a administração deve ser analisada caso a caso na vigência de surtos.

    Confira os locais, dias e horários da vacina:

Unidade de Saúde Endereço – Telefone Dias de vacinação febre amarela Horário
ESF progresso Av. São Cristóvão, 1560 Tel: 3321-4392 terça-feira 9h às 16h
ESF Glória/Cohab IV R: Pastor Abel A. de Camargo, 275

Tel: 3324-4936

quinta-feira 7h às 10h30
ESF Bela Vista Avenida Perimetral, 834  Tel: 3323-3344 terça-feira 8h às 11h
ESF Eldorado R: Ênio Marquesini, 108  Tel: 3324-8967 quinta-feira 8h30 às 11h
ESF Prudenciana R: José dos S. Silva, 441

Tel: 3321-1646

terça e quinta-feira 8h30 às 11h
ESF Vila Cláudia R: Mª Gonçalves Barbon, 317 – tel: 3324-9627 quinta-feira 8h30 às 11h
UBS Bonfim R: Senhor do Bonfim, 481  Tel: 3324-4586 segunda e sexta-feira 8h às 12h40
UBS fiúza R: Antônio Vieira Dias, 508 Tel: 3324-2740 terça e quinta-feira 8h às 11h
UBS JD Paraná R: Ponta Grossa, 245

Tel: 3323-3286

quarta-feira 8h às 16h
UBS Ribeiro R: Viriato Corrêa, 555

Tel: 3324-4348

quarta e sexta-feira 8h às 12h
UBS Vila Operária Av. Antônio Zuardi, 180 Tel: 3324-9158 segunda-feira 8h às 16h
UBS Maria Izabel R: Santa Isabel, 450

Tel: 3323-3281

segunda e quinta-feira 8h30 às 13h

 

 

CM mantém vacinação contra febre amarela em todo o município

A Secretaria de Saúde do município de Cândido Mota informou que as unidades de saúde da cidade e distritos continuam ofertando a vacina contra a febre amarela. “Trabalhamos com a prevenção e por isso, nossas unidades de saúde realizam a vacinação contra a febre amarela, mesmo não tendo apresentado nenhum caso desta doença no município”, explicou a secretaria Amanda Mailio Santana. E complementou: “Lembro que realizamos no ano passado uma intensificação da vacinação na área rural do município e quem tomou esta dose já está imunizado”.

A diretora da Vigilância Epidemiológica, Talita Franciscani, esclareceu que trata-se de doença transmitida por mosquitos em áreas de mata. “A vacina da febre amarela é a forma eficaz de prevenção contra a doença. É importante que quem esteja se preparando para viajar para áreas de risco, lembre-se de tomar a vacina no mínimo 10 dias antes de partir”.

A vacina está indicada para todas as pessoas de 9 meses até 59 anos de idade que não tenham nenhuma contra-indicação. A partir de 60 anos é necessário apresentar autorização médica devido a possibilidade de desenvolver a doença Vicero-Trópica Aguda. De acordo com a Secretaria da Saúde e Higiene, uma dose protege a vida toda, segundo os estudos mais recentes.

Macacos e febre amarela

Os macacos fazem parte do chamado ‘ciclo silvestre’ da febre amarela. Eles não transmitem a febre amarela, são vítimas da doença. Quem transmite o vírus são fêmeas de mosquitos que vivem em área de mata. Esses mosquitos precisam se alimentar de sangue para sobreviver e colocar seus ovos. Como costumam viver nas copas das árvores, onde também vivem os macacos, acabam se alimentando do sangue desses animais.

Uma fêmea de mosquito infectada com o vírus, ao picar um macaco, acaba transmitindo o vírus ao animal, que adoece. E as fêmeas de mosquitos não infectadas quando picam um macaco doente, adquirem o vírus e passam a transmiti-lo para outros macacos. Os mosquitos, além de serem transmissores, são os reservatórios do vírus. Uma vez infectados, assim permanecem por toda a sua vida.

O homem ao entrar na mata, para trabalhar, passear, ou realizar qualquer tipo de atividade, pode ser picado por um mosquito infectado e adquirir a doença. Os macacos, além de serem vítimas tanto como o homem, são importantes indicadores de circulação do vírus.

Contraindicações

• Menores de 6 meses de idade;

• Doenças Imunodeprimidas (neoplasias, Aids e infecção pelo HIV com comprometimento da imunidade);

• Gravidez;

• Pessoas com reações anafiláticas e ou alergias relacionadas a ovo de galinha e seus derivados;

• Indivíduos com doenças crônicas e autoimunes deverão ter a contraindicação para vacinação contra febre amarela avaliada caso a caso, preferencialmente pelo médico que o acompanha, considerando a situação clínica, os antecedentes vacinais e o risco da febre amarela na área.

Dias e horários da vacinação nas unidades de saúde

• UBS Jardim Aeroporto – Segunda e Quinta das 10h às 15h30

• UBS São Judas – Quarta e Sexta das 9h00 às 15h00

• UBS Central – Segunda a sexta das 8h às 17h

• ESF Frutal do Campo – Terça e Quinta das 8h às 16h

• ESF Porto Almeida – Terça e Quinta das 8h às 16h

• ESF Nova Alexandria –Segunda e Quarta das 8h às 14h

CAPS passa a atender em área central da cidade após inauguração

Em meio a muita emoção e discursos calorosos, foi inaugurada na manhã desta sexta-feira, 12, a nova sede do Centro de Atenção Psicossocial em Assis, que passa a fazer seus atendimentos na Avenida Nove de Julho número 4, em área central da cidade.

Para Luciana Gomes, secretária da Saúde, o desafio era não apenas oferecer aos usuários um espaço mais adequado e seguro, mas também, e principalmente, promover a acessibilidade ao local onde muitas pessoas fazem seus tratamentos.

“Nós estamos investindo em pessoas que precisam ter acesso mais fácil ao local para receberem o tratamento que precisam. Nossos governantes entenderam nossa proposta e nos apoiaram nessa mudança de local. Além do mais, estamos valorizando essa construção e aproveitando esse espaço público disponível que conta com toda estrutura necessária e segurança”, diz a secretária.

Márcio Veterinário fala do tratamento humanizado. “Nós estamos priorizando serviços que serão oferecidos a usuários com mais qualidade e, pelo simples fato do CAPS estar localizado em área central , já estamos oferecendo um atendimento e tratamento mais humanizados”, diz o vice-prefeito.

José Fernandes, prefeito de Assis, em breve discurso, considera a mudança de local do CAPS um grande avanço para a população usuária do serviço e seus familiares.

“Nós sabemos das dificuldades que usuários e familiares encontravam para chegar ao antigo CAPS. Agora o acesso é muito mais fácil e estamos com isso valorizando pessoas e otimizando tempo dos que precisam de atendimento. Com essa mudança, nós estamos melhorando não somente o acesso, mas também oferecemos um espaço mais humano, limpo, bonito e que tem tudo o que é preciso para um bom atendimento, além de estarmos em um prédio histórico em nossa cidade”, diz o prefeito.

Participaram também da cerimônia de inauguração o presidente da Câmara Municipal Eduardo de Camargo Neto, os vereadores Gordinho, Valmir Dionizio, Célio Diniz e Alexandre Cachorrão, além da presença da coordenadora responsável pelo local, Valéria Cristina dos Santos Carvalho.

O CAPS atende de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h.

Mais informações através do número de telefone 3324-6182.

Combate ao mosquito Aedes ganha nova campanha em Assis

Um grupo formado por funcionários da Prefeitura de Assis estão a todo vapor na fomentação de uma nova campanha para intensificar as ações no combate ao mosquito Aedes Aegypti na cidade, responsável pela transmissão da Dengue, Zika e Chikungunya.

Em reunião nesta terça-feira, 16, os envolvidos com a campanha definiram várias diretrizes de ações já realizadas em Assis e que vão auxiliar nos cuidados que os moradores devem ter para se evitar a proliferação dos respectivos insetos.

A nova campanha atende a Lei Municipal de nº 3.739 de 1998, a qual estabelece a conscientização geral da população assisense sobre a limpeza diária de quintais, terrenos baldios com mato alto, entre outras ações que podem eliminar os mosquitos.

A campanha é realizada pelo Departamento de Comunicação da Prefeitura em parceria com as secretarias da Agricultura e Meio Ambiente, Saúde, através da Vigilância Epidemiológica, e  Assistência Social através dos CRAS I, II, III e IV.

O grupo está unindo forças para que todos os moradores se conscientizem da importância em se manter residências e terrenos sempre bem limpos. Montou-se um plano que contempla diversas estratégias que vão impactar especialmente a população nos cuidados preventivos que cada cidadão deve ter e propagar a ideia de eliminar qualquer foco de criadouro do mosquito que é o   objetivo.

A primeira ação a ser realizada pela campanha é a comunicação sonoro no bairro Pacaembu com trabalho de prevenção, seguida de recolha de materiais recicláveis em função da recente inauguração do bairro e mudanças de várias famílias para o bairro, que será feita na primeira quinzena de fevereiro pela Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente.

Participaram da reunião, e fazem parte do grupo Assis + Limpa, Mércia Vasconcellos, Thiago Correia, Elisandra Rodrigues, Cledir Mendes Soares, Maria de Lourdes Felipe Padua, Sandra Mara Lopes, Cristiane Madureiro Miguel, Isabella Cristine Fortes de Oliveira.

“Fique Sabendo” faz mais de 1.400 testes; Saúde encaminha 30 pessoas para tratamento

A mobilização entre novembro e o início de dezembro, durante a Campanha “Fique Sabendo”, resultou em um total de 1.468 exames para detectar novos casos de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e Aids na cidade. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (20) pela Secretaria Municipal da Saúde. No total, 30 positivos foram identificados.

A enfermeira Alessandra Pereira, responsável pelo Programa Municipal de ISTs/Aids, afirma que a partir do diagnóstico, o mais importante é a inclusão na rede de atendimento. De acordo com a especificidade da doença, o tratamento pode ser feito nas próprias unidades de saúde ou no SAE (Serviço de Atendimento Especializado).

“O desconhecimento da infecção sexualmente transmissível é um problema muito grande. Além de não se tratar, a pessoa que está com o vírus pode transmitir para inúmeras outras. A informação e o acolhimento adequado são formas efetivas de controle. Já a prevenção, acontece com o sexo seguro, ou seja, o uso de preservativos”, destacou a enfermeira.

Entre os dias 27 de novembro e 01 de dezembro foram realizados 513 testes para HIV, a mesma quantia para sífilis, 221 para hepatite B e o mesmo número para o tipo C. Os exames foram feitos na rede de UBSs (Unidade Básicas de Saúde), USFs (Unidades Saúde da Família) e no SAE.

Duas amostras tiveram resultado positivo para HIV, 23 para sífilis, uma para Hepatite B e quatro para o tipo C. Todos os pacientes foram orientados sobre os procedimentos, para que tenham tratamento completo pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

PERFIL

Na distribuição por sexo, as mulheres foram mais receptivas à campanha. Do total de 513 pessoas que fizeram o teste para HIV, 292 são do sexo feminino. Os resultados apontam que os adultos entre 40 e 60 anos estão mais atentos: 201 estão nesta faixa etária.

Foram feitos 27 testes para pessoas até 19 anos e 90 exames em idosos (mais de 60). O subgrupo gestantes, considerado prioritário em função da transmissão vertical, teve 15 mulheres examinadas. Mais da metade das pessoas examinadas (234) fizeram o teste pela primeira vez.

SERVIÇO

O acompanhamento do SAE/CTA é mensal ou de acordo com a necessidade clínica do paciente. São oferecidos serviços de enfermagem, psicologia e médicos infectologistas, pediatra, ginecologista e dermatologista e assistente social. Os pacientes da unidade são atendidos de forma integral, com acesso a exames e retrovirais. O SAE/CTA funciona na rua 7 de Setembro, 793. O telefone para mais informações é o (14) 3451-2939.

Foto: Júlio César de Carlis

Marília passa a contar com Farmácia Municipal na zona sul

A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, inaugura nesta quarta-feira (13), às 15h, a Farmácia Municipal Zona Sul.

É a segunda unidade instalada em 2017, quando começou a ser executado o Plano Municipal de Reestruturação da Assistência Farmacêutica em Marília, contemplando aspectos técnicos e de qualidade, visando à oferta de medicamentos com gratuidade e atendimento qualificado.

Já funciona no município, neste mesmo modelo de atenção, a Farmácia Municipal Zona Norte, que atualmente realiza, em média, 400 atendimentos diários. A unidade funciona ao lado da UBS Santa Antonieta, em local de fácil acesso à comunidade da região.

Agora, com a unidade da zona sul (uma das regiões mais populosas da cidade), serão atendidos neste espaço, com qualidade e conforto, moradores nos bairros abrangidos pelas UBSs Costa e Silva, Nova Marília e Planalto, além das USFs Toffoli, Vila Hípica, Vila Real, CDHU, Jóquei Clube, Marajó, Santa Paula, Santa Augusta, Três Lagos e Parque dos Ipês.

Embora o foco sejam os moradores da zona sul, quem mora na outra extremidade da cidade também pode ser atendido. O sistema das novas farmácias municipais está integrado. Com a instalação da unidade central (próximo ao Terminal Urbano), o Plano de Reestruturação avançará para a etapa final de implantação.

MAIS REMÉDIOS

Inicialmente, conforme explica a supervisora da área de Assistência Farmacêutica da Secretaria Municipal da Saúde, Rosângela Campanhã da Silva, estão previstas as quatro unidades fixas para atendimento (Norte, Sul e Centro) e Padre Nóbrega (reestruturada). Todas as unidades encontram-se devidamente abastecidas com os medicamentos padronizados, conforme o Ministério da Saúde.

Os serviços em Marília vão além da dispensação de medicamentos: a população é atendida por profissionais especializados, incluindo farmacêuticos, disponíveis para prestar a assistência farmacêutica, garantindo orientações referentes ao uso dos remédios.

Marília conta ainda com a assistência por equipes volantes (com profissional farmacêutico) em todos os distritos. O plano já é considerado exitoso, sob perspectivas técnica e assistencial, mesmo assim está passível de ajustes, durante sua implementação.

Foto: Júlio César de Carlis

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